Mokiti Okada

Mokiti Okada nasceu em Tóquio no Japão, em 23 de dezembro de 1882, e ao falecer, em 10 de fevereiro de 1955, preocupado com o bem-estar da humanidade, deixou inúmeros estudos sobre as diversas áreas do conhecimento humano, como política, medicina, educação, filosofia, economia, entre outras. Todavia, dedicou-se ao estudo da religião, da arte e da agricultura natural, apresentando propostas viáveis e comprometidas com um desenvolvimento social pleno e integrado. Sendo assim, deixou prontas as bases para a construção de um mundo mais feliz e em plena harmonia, inclusive, espiritual e materialmente evoluído, denominado por ele “Paraíso Terrestre”. Este local representa a concretização de um mundo ideal onde o pensamento, as palavras e as ações do ser humano são nobres e em plena harmonia com a Lei da Natureza, sendo capazes de propiciar a verdadeira saúde, felicidade e a paz. Para tanto, Mokiti Okada, incentivou, principalmente, a prática do altruísmo, a busca por uma alimentação verdadeiramente saudável e a apreciação do Belo como formas de aperfeiçoamento e elevação do ser humano.

Dedicou-se, intensamente, à promoção da saúde através de um método saúde e a prosperidade de produtores, uma vez que seu objetivo é fornecer alimentos realmente saudáveis e saborosos aos consumidores.

Deixou-nos, ainda, grandes obras editoriais e artísticas, destacando-se os modelos de locais paradisíacos, denominados solos sagrados, e museus de arte no Japão, conceituados internacionalmente.

O Brasil foi o primeiro país do Ocidente a construir, às margens da represa de Guarapiranga, na zona sul da capital paulista, seu Solo Sagrado, unindo a beleza proporcionada pela Natureza à beleza construída pelas mãos humanas. Escrita entre 1930 e 1950, a filosofia de Mokiti Okada parece ter sido elaborada para os dias de hoje em virtude de sua perfeita aplicabilidade ao cotidiano do ser humano atual.